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Por Anna Laura Wolff, do blog Carpe Mundi

Marrakech é a cidade mais turística do Marrocos. E onde você vai querer passar mais tempo durante a viagem ao interessantíssimo país. Veja aqui um roteiro de 3 dias contemplando o melhor da cidade.

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DIA 1

Dedique o primeiro dia pra explorar lugarzinhos especiais da Medina, como a Medersa Ali Ben Youssef, um dos pontos mais fotogênicos de Marrakech. Decorado com maravilhas hispano-mouriscas, como mosaicos resplandescentes de cinco cores, tem cúpulas esculpidas e sacadas em telas de treliça de madeira de cedro do Atlas, além de um mihrab de mármore de Carrara. Todo mundo tira foto na pequena portinha de madeira do canto esquerdo do local.

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Também dê uma passada no Le Jardin Secret, dois superjardins mesclando plantas ornamentais, arquitetura árabe e fontes de água com sistema hidráulico vindo das Montanhas do Atlas. O almoço pode ser ali do lado no Le Jardin, numa portinha quase imperceptível, é como um oásis calmo, verde a agradável.

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Uma boa é pedir o tagine de vegetais. Depois, compre temperos, artesanatos e lenços coloridos pelas tendinhas da Medina, especialmente nos arredores de ruas ao norte de Jemaa el-Fna – e a dica é pechinchar muito!

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Na superpraça símbolo da cidade, aproveite pra vivenciar a loucura de Marrakech ao anoitecer. Encantadores de serpentes, acrobatas, músicos, adivinhos, vendedores de incensos, tatuadores de henna e churrasqueiros estão por ali destacando o local.

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DIA 2

Comece o dia relaxando no seu riad: os pátios com piscinas são um verdadeiro charme. O La Sultana é uma escolha interessante com mais luxo, já o BE Marrakech cabe em todos os bolsos e é cenário de Pinterest.

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O almoço pode ser no Henna Cafe, simples, mas gostoso e o melhor: com tattoos de henna lindas e em conta. E, ainda, tomar um dos chás com propriedades medicinais depois do almoço, com lucro revertido pra comunidades marroquinas carentes. De tarde, amantes fotográficos vão pirar na Maison de La Photographie, galeria que reúne mais de 4 mil fotos e 2 mil negativos de vidro, além de cartões-postais, jornais e cartas, datados de 1870 a 1950, angariados pelos colecionadores de fotos antigas Patrick Menac’h, parisiense, e Hamid Mergani, marroquino.

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Outras ideias são ver as obras islâmicas do Musée de Marrakech, com artefatos como moedas islâmicas, os bordados de Rabat e os punhais adornados e cerâmicas de Fez, ou a ampla coleção de obras marroquinas do Dar Si Said, o pioneiro e maior museu da cidade.

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O fim de tarde pode ser no Nomad, rooftop mais cobiçado da Medina, que tem sofazinhos beges distribuídos pelos cantos dos dois níveis de terraço e mesinhas listradas de branco e preto contrastando com lanternas de palha penduradas em um fio que circunda o espaço. De sobremesa, peça os sorvetes de produção própria com sabores inusitados, como o de amêndoas, óleo de argan e mel.

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DIA 3

Curta um day use no resort Royal Palm Marrakech. Cercado por palmeiras, oliveiras e arbustos de lavanda, o local é um verdadeiro oásis high-end com detalhes arquitetônicos e decorativos típicos marroquinos a menos de 30 minutos das ruas caóticas da Medina, quase aos pés das Montanhas dos Atlas. Curtir um day use no local dá direito a relaxar nas espreguiçadeiras dos impecáveis jardins ao redor da piscina com 2 mil m² e a jogar golfe no enorme campo verdinho com percurso de 18 buracos. Dá pra almoçar por lá e também fazer um tratamento no spa.

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Se sobrar tempo, dê uma passada no Jardin Majorelle, onde está o memorial de Yves Saint Laurent. Foram nos anos em que o famoso estilista francês Yves Saint Laurent morou na cidade que adquiriu o espaço que hoje é o jardim na Ville Nouvelle de Marrakech de seu primeiro proprietário, o pintor francês de paisagens Jacques Majorelle, e o transformou nesse fotogênico jardim botânico de plantas exóticas inspirado nos jardins islâmicos com um charme de art déco e museu de cultura berbere.

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