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Por Anna Laura Wolff, do blog Carpe Mundi

Os voos da Royal Air Maroc viajam lotados de brasileiros indo à Europa em tarifas econômicas. É que com antecedência dá pra achar passagens pra Lisboa, Paris e Londres, por exemplo, com conexão no Marrocos, desde US$ 800. Pegando uma promoção, o valor pode cair pra US$ 500. E, o melhor: poder aproveitar a ida ao Velho Continente pra conhecer um pouquinho também do Marrocos na mesma viagem.

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Como a chegada é por Casablanca, vale passar pelo menos um dia ali. Você pode visitar uma das principais atrações do país: a linda Mesquita Hassan II, imperdível não só pela construção debruçada sobre o Oceano Atlântico, mas também por ser uma das poucas mesquitas marroquinas abertas pra visitação.

Marrakech: confira roteiro de três dias pela cidade

Uma volta pelo Boulevard de la Corniche, a avenida à beira-mar, onde fica o Morocco Mall, maior shopping do Marrocos, e uma refeição no Ricky’s Café (inspirado no filme Casablanca) completam o dia.

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Mas é Marrakech que guarda as maiores joias do país, da caótica praça Jemaa el-Fnaa, a sua Medina cheia de tendinhas coloridas onde está a fotogênica Madrasa Ben Youssef e, em seus arredores, a calmaria dos Jardins Majorelle, um refúgio de silêncio que pertenceu ao estilista Yves Saint-Laurent.

Cinco motivos para curtir o Marrocos na sua próxima viagem

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É clássico programar uma ida ao deserto: seja no prático Deserto de Agayfay, a apenas 3 horas de Marrakech, ou nas dunas laranjas cartão-postal do Deserto do Saara. A ideia, aí, é programar mais tempo pra viagem, já que a ida até lá Merzouga, a base do local, leva cerca 10 horas. No caminho, a parada em Ouarzazate é obrigatória. A cidadela datada do século 11 de tijolos de barro vermelho guarda o Aït-Ben-Haddou, construção patrimônio da UNESCO que já apareceu nos filmes “Jesus de Nazaré” e “Gladiador”.

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Com tempo, estenda até Fez e conheça suas tanneries, ou tanques de tingimento, famosos desde os tempos de “O Clone”. Quem contrata guias particulares consegue ver melhor madrasas, museus, jardins e outros segredinhos escondidos pela bagunça da caótica Medina. De lá, siga até Chefchaouen, a cidade azul do Marrocos, no norte do país, encravada nas Riff Mountains. Suas ruazinhas são um motivo perfeito pra bater perna e se perder sem rumo.

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