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Rio de Janeiro, 02 de abril de 2014 – A assinatura do contrato, hoje, marca o inicio da transição da operação no Aeroporto Internacional Tom Jobim (Galeão) da Infraero para a Concessionária Aeroporto Rio de Janeiro S/A, formada pela Odebrecht TransPort, Changi Airports International e Infraero. O contrato para ampliação, manutenção e operação do Aeroporto do Galeão tem validade de 25 anos.

O processo é iniciado com a Preparação, que prevê a entrega de planos operacionais. Neste período, a concessionária tem até 30 dias, a contar da assinatura do contrato, para entrega do Plano de Ações Imediatas (PAI) e a Anac terá até 20 dias para aprovar. Além disso, a concessionária entregará o Plano de Transição Operacional (PTO) após 30 dias da emissão da ordem de serviço pela Anac, que terá também 20 dias para sua aprovação. Após esta etapa, será iniciada a fase de Operação Assistida, na qual a Infraero administra o aeroporto e é assistida pela concessionária, que tem duração mínima de 70 dias. Depois de 11 de agosto, mediante a obtenção do certificado provisório de operação, tem início a Operação de Transição, em que a concessionária estará apta para assumir a operação com apoio da Infraero. Esta fase final pode levar de três a seis meses.  O objetivo é assegurar que a transferência seja eficiente e não impacte a rotina dos passageiros.

Com o início do estágio II, Operação Assistida, a concessionária iniciará ações, com o apoio da Infraero, para melhorar a limpeza, a segurança, a iluminação das vias de acesso, terminais e estacionamento. Serão feitas, também, uma série de intervenções na sinalização, nos banheiros, nos fraldários e na rede de acesso à internet. Haverá, ainda, a revisão dos elevadores, escadas e esteiras rolantes para que os planos de melhoria de funcionamento destes itens sejam traçados, além da ampliação do número de pontos de energia nas salas de embarque. Os grandes avanços de infraestrutura, que demandam mais tempo para serem executados, estão contemplados no plano de investimento até 2016.

“A qualidade de serviço e de atendimento na porta de entrada do Rio de Janeiro fará jus à beleza natural da cidade. O Galeão é a nossa casa e estamos concentrando nossos esforços para iniciar a operação em agosto e elevar o patamar operacional do Galeão nos próximos dois anos”, afirma Luiz Rocha, presidente da concessionária.

Até 2016, serão investidos cerca de R$ 2 bilhões em obras de infraestrutura do aeroporto. Neste período, serão construídas 26 novas pontes de embarque, que darão mais conforto aos passageiros. O incremento é fruto da construção de um novo concourse que será ligado ao terminal 2. Os atuais 227 balcões de check-in terão o incremento de 68 novos postos a fim de aumentar a capacidade de processamento de passageiros.

A área dedicada ao pátio de aeronaves dos dois terminais terá um incremento de 80% e as posições de estacionamento de aeronaves passarão a ter 97 pontos, o que impacta em um benefício direto para as companhias aéreas que terão mais facilidade em acessar e manter suas aeronaves no Galeão. A concessionaria também investirá na ampliação e otimização do estacionamento, que terá sistemas inteligentes, aumentando o número de vagas em quase 70%. A segurança também é prioridade na condução dos negócios e, por isso, serão instaladas novas câmeras nos dois terminais e será criado um centro de comando e monitoramento integrado de todo o aeroporto. Até o fim da concessão, o investimento do consórcio será de R$ 5 bilhões.

Sobre a Concessão

Com oferta de R$ 19.018.888.000,00 de outorga, 294% acima do lance mínimo estabelecido pelo Governo, que foi de R$ 4,828 bilhões, a concessionária investirá cerca de R$ 5 bilhões até o final da concessão, que será de 25 anos. A Sociedade de Propósito Específico (SPE) é constituída pelo grupo privado que terá 51% de participação, formado pela Odebrecht TransPort (60%) e pela Changi (40%), além da Infraero com 49%. O grupo privado reúne a ampla experiência da OrganizaçãoOdebrecht em gestão de grandes empreendimentos no Brasil, o conhecimento da Odebrecht TransPort em mobilidade urbana, rodovias e logística e o reconhecimento da Changi como investidora e operadora de grandes aeroportos no mundo.

Sobre a Odebrecht TransPort

A Organização Odebrecht tem ampla experiência na implantação de aeroportos no Brasil e no exterior. Construiu o Aeroporto Internacional do Galeão (RJ), na década de 70. Foi responsável pela construção da nova pista do aeroporto de Abu Dhabi, nos Emirados Árabes, dos Terminais Norte e Sul do Aeroporto Internacional de Miami, que hoje recebe mais de 40 milhões de pessoas por ano e está entre os dez maiores do mundo em transporte de carga. A empresa também participa das obras do Aeroporto de Nacala, em Moçambique e no Panamá. Criada em 2010, a Odebrecht TransPort desenvolve, implanta, opera e participa de empreendimentos nas áreas de rodovias, mobilidade urbana, sistemas integrados de logística e aeroportos, contribuindo para o desenvolvimento e a competitividade do país e para a melhoria da qualidade de vida das pessoas e das comunidades onde atua. Dentre seus 19 ativos, que empregam seis mil pessoas, destacam-se a maior malha ferroviária urbana de passageiros do país, a Supervia, 650 mil pessoas transportadas na Linha 4 – Amarela do metrô de São Paulo, a participação na implantação do VLT Carioca que transportará 380 mil pessoas e a operação de 700 quilômetros de rodovias (seis concessões) por onde circulam 240 mil veículos por dia.

Sobre a Changi Airports International (CAI)

A Changi Airports International (CAI), investidora e operadora aeroportuária, é subsidiária da Changi Airport Group (CAG), de Cingapura, que opera desde 1981 o Changi Airport, aeroporto que transportou cerca de 50 milhões de passageiros em 2013 e foi apontado como o melhor do mundo em 2014 pela consultoria britânica Skytrax. Com mais de 70 mil metros quadrados, é o sétimo aeroporto mais movimentado do mundo, onde operam aproximadamente cem linhas aéreas com destino a mais de 210 cidades e 60 países. A CAI está presente como investidora e consultora em 11 aeroportos distribuídos na China, Índia, Oriente Médio e Europa. Entre seus projetos mais recentes estão o India’s Bengal Aerotropolis Project Limited e a Base Aérea da Rússia. 

Sobre a Infraero

Com 40 anos de experiência na administração de aeroportos, a Infraero é responsável, hoje, pela administração de 61aeroportos, 29 terminais de logística de carga, além de várias estações de auxílio à navegação aérea espalhados pelo território brasileiro. Em 2013, seus aeroportos registraram 135,7 milhões de embarques e desembarques e movimentaram 483,9 mil toneladas de carga. A Infraero também está presente – com 49% – nas Sociedades de Propósitos Específicos (SPEs) que administram os terminais concedidos de Guarulhos (SP), Viracopos (SP), Brasília (DF), Confins (MG) e Galeão (RJ). A Infraero também é referência na capacitação de profissionais destinados às atividades aeroportuárias, sendo a única empresa pública brasileira autorizada pela Agência Nacional de Aviação Civil a oferecer treinamentos como o de Formação Técnica de Bombeiro para Aeródromo (FTBA). São mais de 40 cursos, com carga horária variada e temas diversos, como o curso básico de Segurança da Aviação Civil (AVSEC) e o curso de Formação de Fiscais de Pátio e Pista e o de Administração de Aeroportos.

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